Desde Porto Rico, o líder internacional vinculou os acontecimentos recentes no Oriente Médio a uma mudança estrutural na ordem global e no posicionamento das nações.
Cayey, Porto Rico – 26 de março de 2026
No contexto da festividade de Purim 2026, o Dr. José Benjamín Pérez Matos desenvolveu uma análise de alto teor geopolítico sobre os acontecimentos recentes no Oriente Médio, dando ênfase especial à operação militar atribuída a Israel em território iraniano e suas implicações estratégicas em escala global.
Durante sua exposição, o Dr. José Benjamín Pérez Matos interpretou esses fatos como um ponto de inflexão na dinâmica da segurança internacional, ao considerar que essa intervenção conseguiu neutralizar uma ameaça crítica vinculada ao desenvolvimento de armamento nuclear. Nesse sentido, sustentou que a operação não deve ser entendida apenas como uma ação militar pontual, mas como o desmantelamento de uma estrutura orientada —segundo sua análise— à eliminação do Estado de Israel.
Em seu desenvolvimento conceitual, o líder estabeleceu um paralelo com o relato histórico de Purim, afirmando que os acontecimentos atuais refletem uma lógica de confronto que vai além do estritamente militar. Sob essa perspectiva, descreveu o cenário como o colapso de uma estratégia de longo alcance que buscava alterar o equilíbrio regional por meio de capacidades de destruição em massa.
Um dos eixos centrais de sua intervenção foi a projeção da nova ordem internacional. Nesse contexto, afirmou de maneira categórica: «Gostem ou não gostem as nações!: Jerusalém será a capital de todo o planeta Terra». A partir dessa declaração, indicou que os Estados enfrentam um momento decisivo em termos de alinhamento estratégico.
O Dr. José Benjamín Pérez Matos sustentou que o sistema político internacional vigente atravessa uma fase de transformação estrutural, na qual as decisões de política externa assumem um peso determinante no posicionamento futuro de cada nação. Segundo sua análise, a relação com Israel torna-se um fator central nesse processo.
Da mesma forma, dedicou um segmento relevante de sua exposição a questionar o que definiu como uma assimetria no tratamento informativo por parte de atores internacionais. Nesse ponto, apontou a existência de um “dois pesos e duas medidas” na avaliação dos conflitos, destacando o contraste entre a cobertura das ações israelenses e o tratamento da situação interna no Irã, especialmente no que diz respeito à repressão de manifestações e às vítimas civis.
Em sua interpretação, esse fenômeno comunicacional influencia diretamente a construção de percepções globais, condicionando tanto a opinião pública quanto as decisões políticas de diferentes governos.
O encerramento de sua intervenção foi marcado por uma definição clara do cenário internacional, no qual sustenta que as nações enfrentam um contexto em que a neutralidade se torna cada vez mais difícil de manter. Nesse quadro, afirmou que o posicionamento em relação a Israel se configura como um elemento determinante na projeção política e estratégica dos Estados.