Há dois anos do 7 de outubro, o Dr. José Benjamín Pérez Matos denuncia uma estratégia global de culpabilização contra Israel
Cayey, Porto Rico – 7 de outubro de 2025
Desde Porto Rico, o líder do Centro do Reino de Paz e Justiça analisou a mudança na narrativa internacional e questionou o posicionamento de Governos e organismos multilaterais. No segundo aniversário dos ataques de 7 de outubro de 2023, o Dr. José Benjamín Pérez Matos apresentou uma análise centrada na evolução do cenário diplomático internacional, focando o que definiu como uma mudança estrutural na atribuição de responsabilidades dentro do conflito no Oriente Médio.
Durante sua intervenção, o presidente do Centro do Reino de Paz e Justiça questionou a forma como diferentes atores internacionais têm reinterpretado os acontecimentos, apontando uma tendência de deslocar a responsabilidade inicial dos ataques para o Estado de Israel. Nesse contexto, afirmou: “O mundo, conhecendo tudo o que aconteceu, agora, ao contrário, coloca a culpa em Israel… Se foram eles mesmos que provocaram isso”.
O Dr. José Benjamín Pérez Matos sustentou que essa dinâmica não responde apenas a fatores políticos, mas também a uma construção narrativa que influencia a percepção pública global. Dessa forma, destacou que determinadas práticas operacionais no conflito não recebem o reconhecimento que, segundo sua análise, corresponderia. A esse respeito, comentou: “Se Israel quisesse, há muito tempo teria desaparecido tudo aquilo; mas é a única nação que avisa antes para que desocupem. Quem faz isso?”.
Em outro trecho de sua exposição, o líder porto-riquenho abordou a influência de correntes ideológicas na tomada de decisões em nível estatal, indicando que há uma tendência crescente entre certas lideranças políticas de adotar posturas críticas em relação a Israel. Em suas palavras: “Vão entrando os líderes, especialmente os governantes, os presidentes… para que o mundo se volte contra Israel”.
Ao referir-se especificamente à Europa, o Dr. José Benjamín Pérez Matos Matos afirmou que determinadas declarações e posições políticas podem ter impacto relevante no futuro da região. Nesse sentido, enfatizou: “Espanha…, agora esse presidente começa a falar o que fala de Israel: A Espanha já está assegurando o seu juízo! A Espanha será destruída! Igualmente a Inglaterra, França, Alemanha, toda essa parte da Europa”.
A análise também incluiu um questionamento sobre que definiu como seletividade na agenda internacional, tanto por parte de Governos quanto de movimentos sociais. Nesse contexto, apontou: “Por que não vão à África, onde estão assassinando um monte de cristãos? Por que não vão à Ucrânia? Vá para lá e defenda lá!”, pondo em discussão o foco das críticas em um único cenário de conflito.
A exposição geral do Dr. José Benjamín Pérez Matos conclui com uma reafirmação do papel central de Israel no cenário internacional, destacando que, apesar das pressões externas e das mudanças na narrativa global, sua posição continuará sendo determinante na configuração da ordem futura.