Gaza sob a lupa: manipulação midiática e advertência de juízo para as nações que se oponham a Israel
Cayey, Porto Rico – 17 de setembro de 2025
17 de setembro de 2025 – Em uma recente declaração, o Dr. José Benjamín Pérez ofereceu uma perspectiva crítica e espiritual sobre o conflito na Faixa de Gaza, questionando duramente o papel da imprensa internacional e reafirmando o direito de Israel à autodefesa após a escalada de ataques a partir de 7 de outubro de 2023.
Sua exposição introduz dois eixos centrais: por um lado, a denúncia de uma narrativa midiática distorcida; por outro, uma advertência sobre as consequências que enfrentariam as nações que adotam posições contrárias a Israel.
Crítica à cobertura midiática internacional
O Dr. Pérez Matos questionou com dureza o papel de certos meios de comunicação na construção da percepção global sobre o conflito, afirmando que grande parte da informação difundida seria resultado de uma manipulação deliberada, que distorce a compreensão dos fatos.
Nesse sentido, afirmou: “E embora pela televisão e por todos os meios de comunicação coloquem a parte negativa…; e às vezes montam cenários e coisas, ou fazem um show; com isso que está acontecendo aí em Gaza, montam…, é tudo uma montagem”; indicando assim que membros do próprio Hamas estariam por trás da difusão midiática.
Adicionalmente, se expõe o papel ativo dessa organização na difusão desse tipo de conteúdo, cuja cumplicidade com setores da imprensa não reflete fielmente a situação no terreno, mas sugere o objetivo de influenciar a opinião pública internacional.
Narrativa alternativa sobre a situação em Gaza
Em consonância com o que considera uma visão enviesada, o Dr. Pérez Matos afirmou que a realidade em Gaza apresenta elementos que nem sempre são mostrados.
Como exemplo, menciona: “Levam a comida para os corredores de alimentos… depois lá dentro os do Hamas a roubam. Ou seja, tudo isso você vê, mas a imprensa sensacionalista (e todos eles) o que buscam é condenar Israel”, reafirmando uma interpretação que inverte a leitura dos fatos no terreno para deslocar o foco da cobertura internacional.
Diferentemente disso, tais ações por parte de Israel o colocariam não apenas como ator militar, mas também como provedor de assistência em um contexto de sobrevivência complexo.
Legítima defesa e origem do conflito
O Dr. Pérez Matos também enfatizou a origem da atual escalada, referindo-se aos ataques de 7 de outubro de 2023 como ponto de inflexão.
Sobre isso, declarou: “E se fizessem isso com você? Você ia ficar de braços cruzados? Eles é que se meteram nisso! Israel está se defendendo! Em toda guerra sempre há perdas, isso acontece”, reafirmando sua posição de que a resposta israelense se enquadra no direito legítimo de autodefesa.
Além disso, afirmou que existem manifestações civis internas dentro de Gaza que não apenas questionam o Hamas, mas também exigem sua rendição; fatos que, segundo denuncia, não recebem cobertura midiática suficiente.
Advertência à comunidade internacional
O encerramento da mensagem foi marcado por uma advertência direcionada às nações que mudaram seu posicionamento em relação a Israel: “Todo aquele que se levantar contra Israel: lhe virá o juízo divino bem merecido”; enunciado que reforça uma linha discursiva que vincula decisões políticas a consequências de longo alcance.
Também instou: “É bom que toda pessoa se una a Israel, e não lhe dê as costas nestes momentos em que eles precisam desse apoio. Vimos países que estavam a favor de Israel e agora estão contra”; e, consequentemente, acrescentou: “Não vai ser bom para esses países”, indicando uma tendência que, segundo ele, poderia afetar o equilíbrio global.
Uma narrativa em consolidação
Com este novo pronunciamento, o Dr. José Benjamín Pérez Matos continua desenvolvendo uma narrativa que articula análise do conflito, crítica midiática e posicionamento internacional em defesa do Estado de Israel.
Em um contexto no qual a guerra em Gaza segue sendo um dos principais focos de atenção global, sua mensagem busca influenciar tanto a interpretação dos fatos quanto as decisões de política externa dos Estados.